Postado em 30/12/2011, por Dr. Tsutomu Higashi
Aplicabilidade das Células-Tronco
Células-Tronco:Realidade ou futuro?

CÉLULAS-TRONCO, UMA LUZ NO FIM DO TÚNEL

Em português, dizemos células-tronco. Em espanhol, são chamadas de células-madre e, em inglês, ficaram conhecidas como stem-cells. O conceito, no entanto, é um só e foi descrito pela primeira vez por um cientista médico, Alexander Maximov, que anunciou sua descoberta em 1909, num congresso de Hematologia, realizado em Berlim.

Hoje, passados 103 anos, muitos cientistas revolucionários continuam a busca para encontrar meios de utilizar essas células, que têm o poder de gerar novas células no organismo. Procuram dar início a um novo ramo da medicina, chamada regenerativa.

Contudo, como se trata de uma ciência biológica que oferece poucas possibilidades de gerar patente para a indústria farmacêutica, a pesquisa caminha à velocidade de tartaruga. Se a indústria vislumbrasse a chance de transformar células-tronco em produto industrial, sem sombra de dúvida essa nova modalidade de medicina já seria uma realidade. Mais uma vez, porém, a ciência tem à frente inúmeras alternativas terapêuticas para centenas de enfermidades que afligem a humanidade e, mesmo assim, enfrenta imensa dificuldade em transformá-las em ciência médica aplicada.

UM BANCO E MUITAS DISCUSSÕES

Em 1988, a médica Elaine Glukman utilizou células-tronco de cordão umbilical para tratamento de doenças hematológicas. Até então, somente eram consideradas aproveitáveis aquelas retiradas da medula óssea. A partir daí, desenvolveu-se a ideia de um “banco” de cordão umbilical, que armazena crioproteção para futuras necessidades do bebê. Ninguém poderá garantir, no entanto, que essas células de cordão umbilical guardadas no “banco”, originalmente multipotentes e pluripotentes, sejam de fato úteis no futuro, em função dos procedimentos nem sempre adequados utilizados quando de sua coleta no momento do nascimento.

Já em relação a células-tronco originárias de embrião e fetos, a humanidade enfrenta intermináveis debates éticos e religiosos, que impedem o progresso da pesquisa. O médico James Thomson, da Universidade de Wisconsin, isolou em 2009 células-tronco de blastocistos de 5 dias de fecundação in vitro.  A mídia entendeu que, para realizar o procedimento, era necessário destruir um embrião humano. Esse episódio foi um lamentável equívoco, complicando ainda mais o avanço da pesquisa de células-tronco.

A obtenção de blastocistos humano acontece diariamente no mundo, em todos os centro de reprodução assistida. Quem trabalha com reprodução humana, normalmente conta com vários óvulos fecundados. Somente um ovo é implantado no útero. Os demais são crioprotegidos ou  descartados. O erro de interpretação, na  realidade, é que não há necessidade de eliminar um embrião ou feto para continuar a pesquisa de célula tronco.

Quando se trata o assunto sob esse ângulo, todavia, impõe-se a pergunta: mas quando a vida se inicia? Na hora de fecundação ou quando surge o primeiro sopro, ao nascer. Ninguém sabe, com certeza. Temos, portanto, de respeitar a orientação dos teólogos, uma vez que vivemos em sociedade com multiplicidade de ideias. Dessa forma, todos têm uma parcela de verdade ou todos estão equivocados. O ideal, para o pleno desenvolvimento de uma civilização, seria a unificação da ciência com a religião.

PRÁTICO, RÁPIDO E JÁ COM RESULTADOS

Atualmente, para implante de células-tronco em adultos, utiliza-se a punção em medula óssea. Essa prática foi amplamente apoiada pelo cientistas teólogos do Vaticano e, conhecida como implante autólogo, conquistou inúmeros adeptos entre os cientistas, já sendo usada de forma ampla e rotineira no tratamento de câncer de linhagem hematopoética.

Em recente congresso médico, realizado em São Paulo e organizado pela A4M  BRASIL, entidade cientifica que agrega médicos pesquisadores de técnicas antienvelhecimento e de medicina regenerativa, foi abordado e exaustivamente debatido o implante de células-tronco.

O consenso é de que, hoje, o implante autólogo de células-tronco, isto é, de si para si,  não é mais considerado um procedimento difícil ou distante dos consultórios. Pode ser executado por meio de punção simples no osso esterno ou quadril, com prévia anestesia local. Posteriormente, as células-tronco são concentradas em laboratório e devolvidas ao paciente por via endovenosa.

As indicações de tratamento relacionam-se a diversas patologias denenerativas, tais como doença de Parkinson, doenças neurólogicas e autoimune, diabetes I e II, esclerodermia, doenças degenerativas pulmonares, lupus eritematoso, miastenia grave, esclerose múltipla, artrose, entre outras, com a obtenção de resultados promissores na maioria das  enfermidades estudadas.

Assim caminha a ciência. Talvez poucos  acreditem nas dificuldades dos cientistas verdadeiros, que, ao buscar aliviar a dor humana, têm necessidade de romper as barreiras impostas pelo “canetaço” dos burocratas.

TERAPIA CELULAR, MEDICINA DO PRESENTE: AVANÇOS NA AMERICA LATINA:

Quando se fala em doença, pensa-se logo em remédios, mas existem alternativas avançadas para cuidar da saúde, mesmo em casos graves. Este ano, tive a oportunidade de conhecer e acompanhar o médico venezuelano Carlos Cecílio Blatt, 70 anos. Ele está popularizando a terapia celular autóloga, uma prática médica avançadíssima. Para minha felicidade, participei ativamente de duas jornadas médicas, ao lado dele.

Levei comigo meus filhos Leonardo (endocrinologista) e Rafael (neurologista). Sem a ajuda da ciência, não se avança. Dr. Carlos é reconhecido por já ter realizado milhares de implantes com célula tronco em pacientes que sofrem de doenças degenerativas como lúpus, artrite reumatoide, mal de Parkinson, doenças neurológicas e  sequelas de  traumatismos. A técnica é indicada também para retinopatia, uma complicação de diabetes que causa a perda da visão, e doenças autoimunes em geral. Um avanço inegável da medicina.

Enquanto no Brasil a utilização de células-tronco ainda é encarada como medicina do futuro, na Venezuela, Dr. Carlos tornou-a uma prática comum e tem salvado muitas vidas. Dr. Carlos utiliza uma técnica simples e muito segura feita em adultos, que consiste na retirada e implante de células-tronco no mesmo paciente. Ele possui uma equipe e atende todos os pacientes em um laboratório ambulante.

Foto Dr. Carlos Cecílio Bratt retirando material da medula óssea para implante de células-tronco.

Como já dissemos anteriormente, o corpo é uma máquina perfeita. As células-tronco podem ser comparadas ao estepe de um carro. Não tem lógica rodar com um pneu furado se há outro de reserva que pode substituí-lo. Isso se aplica também ao corpo. Por que não utilizar as células de reserva em caso de emergência?

Faz-se necessário esclarecer que as células-tronco utilizada por dr. Carlos Cecílio nada tem a ver com aquelas obtidas a partir de embriões e que gerou e ainda gera polêmica e problemas de caráter ético-religioso. Ou ainda células-tronco heterólogas (retiradas de um adulto que não seja o receptor). Ambos os casos exigem laboratório sofisticado entre outros recursos.

Pela simplicidade, a terapia celular aplicada pelo dr, Carlos Cecílio não requer laboratório de biossegurança. Porém, as leis brasileiras que discorrem sobre o tema parecem elaboradas não para permitir a realização da técnica, mas para inviabilizá-la. No Brasil, esse procedimento ainda está em fase de pesquisas por meio da Rede Nacional de Terapia Celular, coordenada por profissionais ligados a politicagem da saúde e da medicina.

Dr. Tsutomu Higashi - médico diretor da Clínica Higashi e Centro Médico Athenas referência em ortomolecular e anti-aging.

Foto do Congresso Brasileiro de Celulas- tronco e Terapia Celular 2011: Dr:  Richard K. Burt (Northwestern University, Chicago, USA) e Dr. Tsutomu Higashi (Diretor Médico da Clínica Higashi e Centro Médico Athenas).

Mais informações sobre o estudo das células-tronco acesse o site:

http://www.celulastroncobrasil.com.br/

 
 
Postado em 18/11/2011, por Dra. Andrea Nunes Higashi
Clínica de Dor: Terapia com ozônio
Terapia com ozônio no tratamento da dor

O Ozônio é um gás natural presente na atmosfera terrestre (estratosfera) que contém 90% de todo ozônio, há 22 Km acima do nível do mar. Ele é composto por três atómos de oxigênio. A formação com o terceiro atómo é decorrente de uma reação endotérmica.

O Ozônio foi descoberto em 1839, na Universidade de Basiléia (Suiça) por Chistian Friedrich Schönbein. Em 1856, o ozônio foi usado pela primeira vez em um curso de cuidados de saúde para desinfectar salas de operação e esterilizar instrumentos cirúrgicos.

Na Terapia com Ozônio podem ser tratadas patologias de origem inflamatória, infecciosa, isquêmica e com alterações do estresse oxidativo. Possui propriedades bactericidas, fungicida e virostática, por isso é largamente utilizado para tratamento de feridas infectadas, assim como doenças causadas por vírus e bactérias.

Graças ao seu poder analgésico e antiinflamatório, o ozônio está sendo utilizado com bons resultados no tratamento de dores causadas por hérnias de disco, inflamações crônicas, neuralgias, dores musculares, fibromialgia, joelhos, interfalangianas, dores paravertebrais, cervicais, lombalgias dentre outras enfermidades.O ozônio quando entra em contato com um tecido biologicamente ativo, o ozônio reage imediatamente com numerosas biomoléculas que, juntas, formam verdadeiros sistemas de tamponamento antioxidantes.

Por ter poucas contra-indicações e efeitos colaterais, quando realizada de forma correta, por médico com experiência em Clínica da Dor, a ozonioterapia permite, muitas vezes, a redução da dosagem dos medicamentos adotados para reduzir a dor e seu controle. Assim torna-se possível compreender o motivo do ozônio ser usado nas doenças que envolvem inflamações crônicas.

Veja o vídeo abaixo realizado no Jornal Nacional sobre o efeito bactericida da terapia com ozônio. 

Para mais informações sobre Clínica de dor e ozônio entre em contato pelos telefones (43) 3323-8744 – Londrina ou (21) 3439-8999 – Rio de Janeiro.

 

 

 
 
Postado em 3/11/2011, por Dr. Tsutomu Higashi
Modulação hormonal com Hidrocortisona
Papel da Hidrocortisona na Fadiga Adrenal

O cortisol ou hidrocortisona é o principal Glicocortioide natural circulante no ser humano. Sua síntese é regulada pelo hormônio adrenocorticotrófico (ACTH), secretado pela hipófise anterior em resposta à liberação, pelo hipotálamo, do neuropeptídeo denominado fator liberador de corticotrofina (CRH). O hormônio antidiurético (ADH), a ocitocina e as catecolaminas podem influenciar o ritmo circadiano da secreção de ACTH, assim como estados de febre, hipoglicemia, estresse e alteração do ciclo de sono-vigília.


O cortisol nos mantém vivo graças   a trës poderosas propriedades essenciais. Aumento do açúcar no sangue (e portanto os níveis de energia), pressão arterial e neutralização da inflamação. O cortisol tem efeitos benéficos como a melhora do humor, dinamismo, capacidade de nos tornar ativos, resistëncia ao estresse, defesa imunológica, ação anti-reumática, ação anti-dor e muitas outras funções fundamentais. Outra função importante do cortisol é acalmar qualquer atividade excessiva do sistema nervoso simpatico, que produz adrenalina( neurotransmissor estimulante). Isso explica porque as pessoas com diminuição de cortisol muitas vezes tem altos níveis de adrenalina, pois perdem energia e a calma, regularmente explodindo emocionalmente.


O cortisol é o principal hormônio  relacionado ao stress. O cérebro estimula o seu lançamento no sangue em resposta ao estresse físico ou emocional. Ele ajuda o corpo regular a pressão arterial e os níveis de açúcar no sangue. Os glicocorticóides são essenciais para a  nossa sobrevivência em períodos de jejum e fome; sem eles não seria realizada a reserva lipídica e proteica. Contudo, nestes períodos, a sua secreção sofre aumentos muito ligeiros e a exposição a níveis normais consegue mobilizar a reserva aminoacídica.


No aparelho cardiovascular, o cortisol amplia a ação catecolaminérgica, aumentando o tônus vascular e a força de contração miocardíca. Seu efeito inibitório na síntese das substâncias inflamatórias vasodilatadoras contribui na recuperação da pressão arterial em casos de hemorragia.


 A deficiencia de cortisol resulta na fadiga adrenal, que é um estado em que as glândulas supra-renais funcionam no limite inferior da normalidade. Não é uma deficiência completa de cortisol. A maioria dos pacientes portadores de deficiência adrenocorticotrófica pode se manter pouco sintomática na maior parte do tempo e passar despercebida pelo exame clínico rotineiro. Contudo, ao exame físico mais cuidadoso, pode-se observar diminuição de pêlos axilares e pubianos, palidez cutânea, descoramento de mucosa, despigmentação da aréola mamária e hipotensão postural. O diagnóstico de fadiga adrenal é feito pelo médico após exame clinico e laboratorial e exclusão de demais doenças. 

As principais queixas da fadiga adrenal são:


♣    Fadiga matinal (até 10hs), resiste em ir para cama à noite e trabalha melhor a noite; Se não dormir até 23h tem um novo período de “gás” até 01:00 ou 02:00h da manhã; Melhor sono é das 7 às 9h; Sente-se melhor após almoçar, piora de novo à tarde e melhora de novo depois das 18h;
♣    Depressão leve e falta de interesse pelas coisas; Falta de energia, grande esforço para qualquer atividade.
♣    Diminuição da habilidade para lidar com estresse;
♣    Necessidade de deitar após estresse físico ou mental;
♣    Fraqueza muscular e fadiga crônica;
♣    Maior suscetibilidade a alergias.
♣    Inchaço de tornozelos;
♣    Queda de pressão quando se levanta de repente;
♣    Prisão de ventre ou diarreia sob estresse;
♣    Vontade exagerada de comer salgados e gordurosos;
♣    Sintomas fortes da TPM.

A reposição da insuficiência adrenocorticotrófica com glicocorticóide é sempre indicada e indispensável em situações de estresse. Também existem estudos que indicam benefícios do uso de fitoterápicos na melhora da fadiga adrenal, mas esses só devem ser utilizados com supervisão de um profissional. A melhor opção é o tratamento com hidrocortisona bioidêntica associado à dieta específica.

Dicas nutrológicas para o paciente com deficiência de cortisol:


¥    Eliminar alimentos alergênicos da dieta,como frutos do mar, amendoim, laticínios, soja e glúten. Mas não retire nenhum deles de sua dieta, antes de uma avaliação de professional especializado e correta substituição.
¥    Não passar mais de 3 horas sem se alimentar e evitar alimentos de alto índice glicêmico (açúcar e farinha refinada), preferir os que liberam açúcar na corrente sanguínea lentamente.
¥    O consumo de sal é importante uma vez que há perdas significativas de sódio pela urina. A ingestão de água deve ser combinada com sódio (sal).
¥    Evitar alimentos ricos em potássio (abacate, banana, melão, kiwi, maracujá, água de coco) logo pela manhã, pois podem diminuir a absorção de sódio. Cuidado com os isotônicos que contém mais potássio do que sódio.
¥    Evite consumir no café da manhã alimentos estimulantes como café, refrigerantes, chá mate, chá preto, pois estes aumentam a liberação de aminas e fazem as adrenais fatigadas trabalharem mais, além do consumo destes alimentos serem fatores para gerar hipoglicemia de rebote, fator de estresse para a suprarenal que já está enfraquecida. Um sinal de que a pessoa possa apresentar algum estágio de fadiga da adrenal é o fato de não conseguir “funcionar” pela manhã sem o consumo de café ou outro estimulante.
¥    O consumo de vitamina C (acerola, laranja, morango, agrião, espinafre) é importante, uma vez que as adrenais utilizam de 10 a 15 vezes mais essas vitamina que outros órgãos, como o fígado e o cérebro;
¥    Consuma alimentos fontes de vitamina B5 (ácido pantotênico) como leite semi desnatado, salmão, gérmen de trigo, farinha de aveia, pois esta vitamina é precursora da co-enzima A, necessária para formação do colesterol, sem ele não há produção de hormônios adrenais.
¥    Em associação com o ácido pantotênico e a vitamina C está o consumo de magnésio (nozes, semente de abóbora, tofu, caju, pistache) que também desempenha papel importante na atividade adrenal.

Dr. Tsutomu Higashi, médico nutrólogo, pesquisador ortomolecular, master na ciência do anti-aging (antienvelhecimento) Tel: 43-33238744 (Londrina) ou 21-34398999 ( Rio de Janeiro)

Leitura complementar:
♣    Campos MV. Fadiga Adrenal – comum após períodos de estresse prolongado. Fevereiro, 2010. Disponivel em: http://www.revistavigor.com.br/2010/02/04/fadiga-adrenal-comum-apos-periodos-de-estresse-prolongado/. Acesso em 09/09/2011.
♣    Pereira ALC, et al. Uso sistemico de corticosteoides: revisao da literature. Med Cutan Iber Lat Am 2007;35(1):35-50. Disponivel em: http://www.medigraphic.com/pdfs/cutanea/mc-2007/mc071i.pdf. Acesso em 09/09/2011.
♣     Bertolucci P. Cortisol x Ganho de peso. Disponivel em: http://www.pbertolucci.com.br/sobrenutricao.aspx?sobre=2&codigo=195. Acesso em 12/09/2011.

 
 
Postado em 8/10/2011, por Dr. Rafael Higashi
O uso de células-tronco na artrose e clínica de dor
Clínica de dor: O uso de células-tronco na artrose

 

Nossa proposta é sempre estar um passo a frente quando o assunto é:  melhorar a vida de nossos pacientes, que confiam suas vidas em nosso tratamento.

Entre os assuntos que mais têm nos animado é a perspectiva da aplicação das células-tronco em diversar áreas mas principalmente do campo das doenças do envelhecimento como as artroses.

A osteoartrite ou artrose (artrite degenerativa, doença degenerativa das articulações) é uma perturbação crônica das articulações caracterizada pela degeneração da cartilagem e do osso adjacente, que pode causar dor articular e rigidez, este perturbação articular muito reqüente, afeta em algum grau muitas pessoas por volta dos 70 anos de idade, tanto homens como mulheres. Contudo, a doença tende a desenvolver-se nos homens numa idade mais precoce.

Recentemente visitamos uma Clínica de dor na Colômbia aonde observamos ótimos resultados da aplicação de células-tronco da medula óssea combinado com plasma rico em plaquetas na articulação do joelho e quadril.

Matéria publicada na ABC News em 09/05/2011, por LIZ NEPORENT, relata sobre esta técnica que estamos estudando:

abcnews.go.com/Health/GMAHealth/stem-cell-treatment-ease-osteoarthritis-pain-offeralternative/story

Mais informações sobre avanços na clínica de dor acessar o site:

http://www.estimulacaoneurologica.com.br/home.aspx

http://www.celulastroncobrasil.com.br/

 

 

 

 
 
Postado em 30/8/2011, por Andreia Nunes Higashi
Matéria no canal americano ABC News Health sobre hormônio GH no adulto
O uso do hormônio GH da mais vida e felicidade para casais

" O uso do hormônio de crescimento ( GH) no adulto já é uma realidade para pessoas comuns que buscam uma melhora do estado físico e mental,  antes a reposição do hormônio GH no adulto era realidade somente para artistas e personalidades como a atriz Suzanne Somers, o ator Nick Nolte e Sylvester Stallone", é o que diz reportagem deste mês de agosto no canal americano ABC news.

Apartir dos 30 anos o corpo e a mente começam a envelhecer e sintomas como cansaço, diminuição do humor, perda muscular, falha da memória, diminuição do libido e aumento de gordura começam incomodar a vida do indivíduo, este fenômeno do envelhecimento ocorre principalmente divido a queda hormônal, estresse e estilo de vida como alimentação ruim e sedentarismo.

Apesar do uso do GH ser seguro quando indicado por médico com experiência e certificação na área de anti-aging medicine ou age management medicine, o hormônio GH só deve ser suplementado quando existe um grau de diminuição comprovado por exame médico físico e laboratorial.

Assista abaixo a reportagem do canal americano ABC news Health no dia 09 de agosto deste ano com o título: Hormônio de crescimento ou GH - Injeções dão nova energia e vida mais feliz para casal.

Clique aqui e veja a reportagem no site oficial do canal americano ABC News Health

Mais informações sobre deficiência do hormônio de crescimento no adulto (GH) fique a vontade em ligar para Clínica Higashi tel: 43-33238744 (Londrina) ou 21-34398999 (Rio de Janeiro).

 
 
Postado em 28/6/2011, por Dr. Rafael Higashi
Clínica de dor: Plasma Rico em Plaquetas (PRP)
Clínica de dor com aplicação de Plasma Rico em Plaquetas (PRP)
O Plasma Rico em Plaquetas (PRP) também conhecido como fatores de crescimento têm propriedades regenerativas na recuperação de lesões causadas por processos degenerativos ou traumático de tendões, músculos e cartilagens pois nas plaquetas são encontrados altas concentrações dos fatores de crescimento que são um conjunto de proteínas que desempenham importante função de estimular a proliferação celular. O Plasma Rico em Plaquetas (PRP) é obtido através do sangue do próprio paciente que após recém colhido com citrato de sódio como anticoagulante é processado em uma centrifugadora especial para concentrar as plaquetas. Esse, então, é transferido para outro tubo e constitui o Plasma Rico em Plaquetas (PRP). Este processo permite a concentração de grande número de plaquetas em condições de liberar os fatores de crescimento, em um pequeno volume de plasma. O PRP ou Plasma Rico em Plaquetas é aplicado diretamente no tecido danificado (ex: articulação, tendão, músculo ou osso) dependendo da necessidade de cada paciente. A maior vantagem da aplicação do Plasma Rico em Plaquetas (PRP) é que o seu próprio organismo pode estimular a recuperação tecidual de alguma região já danificada. O tratamento com Plasma Rico em Plaquetas (PRP) ganhou atenção da mídia após grandes nomes do esporte como jogador de golf Tiger Woods, afirmarem que optarão pelo tratamento com Plasma Rico em Plaquetas (PRP) para tratamento da dor e lesões osteo-musculares. Veja reportagem abaixo sobre Plasma Rico em Plaquetas (PRP) e Tiger Woods no canal americano de notícias ABC news: É importante que as pessoas saibam sobre novas modalidades não invasivas de tratamento da dor, para terem outras opções não cirúrgicas e não medicamentosa. Para mais informações sobre clínica de dor e tratamento com Plasma Rico Plaquetas (PRP) ligar para 21-34398999 (Rio de Janeiro) ou 43-33238744 (Londrina)
 
 
Postado em 9/5/2011, por Dr. Rafael Higashi
Hipotiroidismo e o envelhecimento
Medicina Antienvelhecimento (medicina anti-aging) : o hipotiroidismo acelera o processo de envelhecimento.

O hipotireoidismo é uma síndrome clínica resultante de uma deficiência dos hormônios da tireóide, que resulta em uma diminuição dos processos metabólicos.  A deficiência de hormônio da tireóide afeta praticamente todos os tecidos do corpo.


Em adultos, os sintomas mais comuns incluem fadiga, intolerância ao frio,  modesto ganho de peso devido à retenção de líquidos, constipação, ciclos menstruais intensos (nas mulheres) e dores musculares. Alguns pacientes podem também queixar-se da pele seca, queda de cabelo, falta de memória e concentração, e humor deprimido. Ao exame físico a pessoa com hipotiroidismo pode ter inchaço no rosto e nas mãos, cabelos grossos secos; reflexos profundos diminuidos, rouquidão, bradicardia, palidez e frieza afetiva.

 

 

O hipotireoidismo pode ser classificado como primário, secundário ou sub-clínico. Uma das causas mais comum de hipotireoidismo primário é tireoidite de Hashimoto, um processo auto-imune que ataca a glãndula  tireóide. Outras causas comuns de hipotireoidismo primário incluem  o uso de remédios como amiodarona, lítio, interferon alfa, a ingestão excessiva de iodeto, terapia com iodo radioativo para a doença de Graves; seqüela  de cirurgia para retirada da tireoide (tireoidectomia). O hipotireoidismo secundário é causada por problemas da hipófise (glândula que estimula a glândula tireoide a produzir hormônio) , este tipo de problema ocorre quando em casos de tumor na hipófise, radiação ou destruição da hipófise outros. 

 

Dentro na medicina anti-aging(medicina antienvelhecimento) o hormônio da tireóide assim como outros hormônios são avaliados de maneira rotineira para saber se existem algum grau de deficiência clínica ou subclínica, pois a diminuição do hormônio da tireóide acelera o processo do envelhecimento e a qualidade de vida do indivíduo.

Dr. Rafael Higashi, médico do programa de medicina antienvelhecimento  (medicina anti-aging) da Clínica Higashi e Centro Médico Athenas de Londrina e Rio de Janeiro. 

 
 
Postado em 6/10/2010, por Dr. Rafael Higashi
Medicina e Antienvelhecimento
O QUE É SENESCÊNCIA ?

Até recentemente na história da humanidade não se discutia se o envelhecimento poderia ser  modificado ou tratado, porém com a evolução da sociedade junto com os avanços biotecnológicos fizeram esta geração questionar  este paradigma,  cientistas e médicos iniciaram a medicina antienvelhecimento ou medicina anti-aging como o objetivo de tratar e combater o declínio funcional do envelhecimento.


Um fato importante  que incomoda no envelhecimento não é o avanço da idade mas sim as alterações biológicas que o envelhecimento traz ao indivíduo. Estas alterações biológicas é o que chamamos de senescência. Por definição senescência é o termo para explicar as alterações celulares e teciduais do envelhecimento, por exemplo o cabelo branco.


Indivíduos envelhecem de forma diferente dependendo das variações genéticas e estilo de vida, por exemplo, estudos comprovam que pessoas estressadas vivem em média 7 anos a menos comparado com pessoas menos estressadas da mesma idade.


Em geral, exceto em condições patológicas como a doença de Alzheimer, o envelhecimento não afeta de forma drástica a personalidade do indivíduo mas pode alterar o nível de humor e a auto confiança, pois leva a diminuição da taxa de desempenho máximo de trabalho. Em nossos órgãos ocorre diminuição gradual de algumas funções como a capacidade respiratória máxima, fluxo sanguíneo renal, índice cardíaco e  força muscular.


O envelhecimento também declina nosso sistema sensório como a visão, a olfação, a audição e o  paladar , também afeta a nossa condução sensitiva nervosa, causando diminuição da nossa sensibilidade da pele.


Não existe uma causa única do envelhecimento biológico, pois os fenômenos da senescência são multifatoriais de causas genéticas e não genéticas.

 

Para explicar a importância da questão genética em relação a senescência podemos exemplificar a pequena diferença no tempo de vida comparando gêmeos idênticos (36 meses) em relação a gêmeos não idênticos  (74.6 meses), ou seja, gêmeos geneticamente idênticos têm menor variação de tempo de vida quando comparado com gêmeos geneticamente diferentes. 

Alto risco de doenças relacionados ao envelhecimento são observados em pessoas que são portadoras de genes que influenciam a velocidade do envelhecimento. Podemos citar por exemplo pessoas portadoras do gene apoliproteina E4 que têm aumento  da chance de desenvolver  a doença de Alzheimer.  Outro exemplo pessoas portadoras do gene homozigoto BB têm aumento do risco de desenvolver osteoporose, doença que limita o tempo de vida por aumentar a chance de fraturas e infecção hospitalar.

A sensecência "normal" é caracterizada então por alterações na aparência física, cabelo, pele, músculos, osso, tecido gorduroso o que é observado em pessoas na média da mesma idade.  O cabelo se torna mais fino, quebradiço e aumenta a queda,  a pele fica mais fina e enrugada, ocorre também edema ao redor das pálpebras. O músculo pode se tornar flácido inclusive com queda dos músculos da face. O ossos se tornam mais frágeis, aumentando a curvatura da coluna (cifose). Os órgãos internos também diminuem de tamanho, o cérebro por exemplo perde de 2 a 3 % do seu peso a partir dos 50 anos de idade, este fenômeno chamado de atrofia cerebral pode diminuir a velocidade do processo motor e mental no próprio envelhecimento dito como "normal" , lembrando que em casos patológicos como na Doença de Alzheimer esta atrofia cerebral é ainda mais acelerada.  Fadiga, depressão, ansiedade, insônia e problemas de memória tornam a vida ainda mais difícil com o envelhecimento. Na medicina anti-aging (medicina antienvelhecimento) tratamos para minimizar ao máximo os fenômenos relacionados a senesência "normal" , desta maneira, melhoramos a vida do indivíduo  de uma maneira global e ao mesmo tempo estamos prevenindo doenças de uma maneira pró-ativa. 


Existem ainda síndromes de envelhecimento prematuro, aonde o envelhecimento acomete de maneira rápida indivíduos mais jovens , como é o caso da Progeria, Doença de Hutchinson e síndrome de Gilford.

Mais informações sobre medicina anti-aging (medicina antienvelhecimento) fique a vontade em ligar para (43) 33238744 (Londrina) ou (21) 34398999 (Rio de Janeiro).

 
 
 
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 Sobre a Clínica Higashi
Localizado na região de hospitais e clínicas de Londrina e Rio de Janeiro, a Clínica Higashi é um centro médico privado de excelência na área de saúde, como antienvelhecimento, ortomolecular, obesidade, clínica da dor e neurologia.

Situado en la region de hospitales y clinicas de Londrina y Rio de Janeiro, la Clínica Higashi és un centro médico privado de excelencia en la salud, como antienvejecimiento, ortomolecular, la obesidad, la clínica del dolor y neurología.
 
 
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